Trump realiza comício na Flórida após período de quarentena

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Nesta segunda-feira (12), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump retomou as atividades da campanha eleitoral ao realizar um comício na Flórida.

O republicano compareceu ao estado, que pode ser essencial para a sua vitória nas eleições presidenciais, após um médico afirmar que Trump testou negativo para o novo coronavírus

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Na cidade de Sandford, sob a recepção de vários apoiadores no aeroporto onde o avião do presidente norte-americano pousou, Trump afirmou estar se sentindo “poderoso” e que queria beijar todos da plateia.

Trump realiza comício na Flórida após período de quarentena
Fonte: (Reprodução/Internet)

Flórida é um país que pode garantir a reeleição de Trump

No comício em Flórida, Donald Trump voltou a tratar dos temas e posicionamentos tradicionais de sua campanha, assim como fez no primeiro debate eleitoral contra Joe Biden, o republicano tentou relacionar os democratas ao socialismo.

A Flórida possui diversos eleitores originais de Cuba, que, em geral, rejeitam o governo castrista que atualmente é liderado por Miguel Díaz Cañel. O estado ainda conta com 29 votos no Colégio Eleitoral, que costumam apresentar resultados republicanos e democratas, contudo o estado é essencial para o embate eleitoral.

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A viagem, para os preparos da eleição, foi a primeira de Trump desde que foi diagnosticado com a Covid-19. Entretanto, no último sábado (10), o presidente organizou um evento nos jardins da Casa Branca.

Médico do presidente afirma ‘não transmite a Covid-19’

Sean Conley, médico de Trump, comunicou que o presidente testou negativo para o novo coronavírus em verificações de dois dias consecutivos. Sean finalizou a nota afirmando que o republicano não transmite mais o vírus.

Mesmo com a divulgação do médico de Trump, não existe um consenso científico sobre a imunidade à Covid-19. Isto porque alguns países já registraram casos de reinfecção, como os EUA.

Trump foi diagnosticado com o novo coronavírus no início do mês. Durante o período de recuperação foi internado durante quatro dias, como medida de precaução. Outros funcionários da Casa Branca foram diagnosticados com a doença, o que pode indicar um surto entre os aliados do presidente norte-americano.