Perguntas polêmicas pressionaram Trump e Biden em entrevistas separadas

Donald Trump se recusou a participar do segundo debate presidencial dos Estados Unidos, por conta de ser virtual mesmo após contrair a Covid-19. Com isso, as notícias apontaram que o presidente republicano negou participar do embate com Joe Biden.

Com isso, a substituição por debates individuais se deu como solução. Em Miami, Trump sentiu a pressão de eleitores e pela âncora Savannah, que o questionou sobre assuntos como o coronavírus, a supremacia branca e os seus impostos supostamente sonegados.

Na Filadélfia, Joe Biden se desculpou por ter feito parte de um projeto de lei contra o crime. O democrata ainda afirmou que irá detalhar sobre o seu plano de amplificar a Suprema Corte norte-americana ainda antes das eleições.

Perguntas polêmicas pressionaram Trump e Biden em entrevistas separadas
Fonte: (Reprodução/Internet)

Trump foi questionado sobre teoria da conspiração da extrema-direita

De acordo com uma teoria da conspiração de Qanon, Trump estaria enfrentando um grupo de políticos, empresas, mídia, apontador como envolvidos com o satanismo e tráfico de crianças. A ideia da extrema direita foi questionada pela moderadora Guthrie ao atual presidente dos Estados Unidos.

Trump respondeu que não conhecia nada sobre QAnon, até que a condutora respondeu que tinha acabado de falar sobre o grupo. Após isso, o republicano afirmou que sabe que são contra a pedofilia.

A discussão correu e Trump foi perguntado sobre os grupos supremacistas brancos do país, e como já feito anteriormente, o presidente voltou a resposta ao grupo Antifa, dizendo que ativistas de esquerda combatem o preconceito racial com violência.

Biden respondeu indiretamente sobre ampliação da Suprema Corte

No estado da Filadélfia, Biden foi questionado se era a favor de uma ampliação nos membros da Suprema Corte. O tópico está em alta ultimamente, visto que após a morte da juíza progressista Ruth Bader Ginsburg, Amy Coney Barret, conservadora, foi indicada por Donald Trump.

Recentemente, os republicanos afirmaram que, se a indicação de Barrett for aceita pelo Senado, Biden deve aumentar o número de profissionais do direito na Corte, no intuito de retomar a maioria progressista.

George Stephanopoulos, moderador da conversa com Biden, pediu para que o democrata falasse se essas realmente são as intenções do candidato. Então, Biden afirmou que se ele indicar a ampliação, o Senado ainda poderá aprovar ou não a proposta.